sábado, 4 de junho de 2011

O Papel do Professor na Sociedade do Conhecimento

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A importância da gestão do conhecimento para o desenvolvimento organizacional: discussões preliminares
Alexandre Shigunov Neto
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Diferenças conceituais entre dados, informações e conhecimento

A temática do conhecimento, enquanto objeto de estudo, é muito antiga e caminha de mãos dadas com a própria história da humanidade. Os primeiros relatos que se têm registro apresentam os filósofos gregos como os pioneiros a se dedicarem ao estudo do conhecimento humano, posteriormente esse interesse se expandiu para outras áreas de conhecimento até se tornar objeto de estudo de praticamente todas as áreas de conhecimento, em função da importância que adquiriu na sociedade moderna e contemporânea.
O conhecimento é um processo próprio do ser humano de aprender e vir a conhecer algo que lhe era estranho, ou seja, é um processo de apreensão do mundo que o rodeia.


Não é novidade para ninguém, o fato do conhecimento ser visto hoje como fator de distinção entre os países e determinante para o desenvolvimento. Portanto, o conhecimento produzido em nossa sociedade, pode ser um diferenciador entre as diferentes nações, organizações e pessoas na sociedade contemporânea.
Sua importância nessa nova fase da sociedade contemporânea, também denominada de sociedade do conhecimento, enquanto instrumento eficaz e eficiente de intervenção da realidade pode ser visualizada na medida em que possui uma ampla capacidade de intervenção na realidade, o conhecimento torna-se um poderoso instrumento para inovar e transformar.

O conhecimento sempre foi importante – não é à toa que somos o homo sapiens, o homem que pensa. Ao longo da história, a vitória ficou nas mãos de pessoas que estavam na vanguarda do conhecimento: os guerreiros primitivos que aprenderam a fazer armas de ferro, que derrotaram seus inimigos armados com bronze; as empresas norte-americanas, durante centena de anos beneficiárias do sistema de escolas públicas mais abrangente do mundo, que lhes proporcionou uma força de trabalho bem instruída. Mas o conhecimento é mais importante do que nunca. Nosso estoque de capital intelectual é importante porque estamos no meio de uma revolução econômica que está criando a era da informação. (Stewart,1998,p.05)
Não há como realizar uma análise sobre a sociedade do conhecimento sem ao menos apresentar o conceito e a distinção entre dados, informações e conhecimento.
Como afirma Silva (2004), inúmeros pesquisadores procuraram destacar a diferença entre esses três elementos, entretanto, não existe um consenso entre a definição conceitual de tais elementos. Nesse sentido explica que
normalmente tratam-se esses conceitos em um sentido hierárquico, em que dados são simples fatos que se tornam informação, se forem combinados em uma estrutura compreensível; ao passo que a informação torna-se conhecimento, se for colocada em um contexto, podendo ser usada para fazer previsões. Uma informação é convertida em conhecimento quando um indivíduo consegue ligá-la a outras informações, avaliando-a e entendendo seu significado no interior de um contexto específico.

De acordo com esse sentido, os dados são pré-requisitos para a informação, e esta é pré-requisito para a o conhecimento. (p.144)
Portanto, de uma forma geral, esses três conceitos – dados, informações e conhecimento - são tratados em termos de hierarquia, de importância.
Os dados são sinais que não possuem significados, também pode ser definido como um conjunto de fatos objetivos que não possuem valor agregado, uma utilidade, uma importância.
O termo informação tem origem do latim informatione e significa o ato ou efeito de informar; dados acerca de alguém ou de algo; conhecimento, participação; comunicação ou notícia trazida ao conhecimento de uma pessoa ou do público; instrução, direção; parecer dado em processo, nas repartições públicas; fase inicial do processo de falência; conhecimento amplo e bem fundamentado, resultante de análise e combinação de vários uniformes; processamento de dados; coleção de fatos ou de outros dados fornecidos à máquina, a fim de se objetivar um processamento; segundo a teoria da informação – é a medida da redução da incerteza sobre um determinado estado de coisas, por intermédio de uma mensagem.
Fialho (2001) afirma que um conjunto de dados analisados e organizados sob um determinado contexto social e que possam satisfazer a determinados e específicos objetivos são denominados de informação.
A informação se não for processada, transformada e organizada não se constitui em informação, não é saber, não se traduz em poder e não possui poder de intervenção.
O termo conhecimento tem origem do latim cognoscere e pode ser definido, como: o ato ou efeito de conhecer; a idéia, noção; a informação, notícia, ciência; a prática da vida; experiência; o discernimento, critério, apreciação; a consciência de si mesmo; acordo; a pessoa com quem travamos relações; o documento escrito, declaração ou recibo de que consta ter alguém em seu poder certas mercadorias; a nota de despacho de mercadorias entregues para transporte; o recibo de parcela de contribuição direta; o sentido mais amplo, atributo geral que têm os seres vivos de reagir ativamente ao mundo circundante, na medida de sua organização biológica e no sentido de sua sobrevivência; a posição, pelo pensamento, de um objeto como objeto, variando o grau de passividade ou de atividade que admitam nessa posição; a apropriação do objeto pelo pensamento, como quer que se conceba essa apropriação; como definição, como percepção clara, apreensão completa, análise. O conhecimento, nada mais é o do que, um processo próprio do ser humano de aprender e vir a conhecer algo que lhe era estranho, ou seja, é um processo de apreensão do mundo que o rodeia.

Davenport e Prusak (1998) afirmam que apesar de haver consenso que os dados, as informações e os conhecimentos são diferentes e suas diferenças estejam relacionadas principalmente com a questão do grau encontra-se na literatura acadêmica e empresarial uma confusão conceitual ao defini-los. Os dados são um conjunto de fatos distintos e objetivos, relativos a eventos. Já a informação é uma mensagem ou uma comunicação verbal ou escrita. Já o conhecimento é uma
mistura fluida de experiência condensada, valores, informação contextual e insights experimentado, a qual proporciona uma estrutura para a avaliação e incorporação de novas experiências e informações. Ele tem origem e é aplicado na mente dos conhecedores. Nas organizações, ele costuma estar embutido não só em documentos ou repositórios, mas também em rotinas, processos, práticas e normas organizacionais. (p.06)
Por esta perspectiva de análise podemos afirmar que os dados estão relacionados à sensação, são manifestações energéticas. A transformação do dado em informação ocorre pela percepção, ou seja, com a importância que esse dado possui para a pessoa. Já o processo de transformação da informação em conhecimento ocorre pela aprendizagem.
Portanto, a diferença básica entre os três elementos relaciona-se com ao valor agregado que possuem para as pessoas que a possuem.
A construção, o gerenciamento e o compartilhamento dos conhecimentos implica, necessariamente, em aquisição e troca de informações. Assim, a construção do conhecimento só é possível com a informação.
O conhecimento é o principal insumo no processo de produção hoje em dia. Os tradicionais fatores de produção, mão de obra, recursos naturais e capital estão cedendo espaço cada vez maior para a informação e conhecimento na sua importância para a cadeia produtiva. A importância do conhecimento na economia e na sociedade define o que hoje conhecemos como sociedade do conhecimento.
O conhecimento, enquanto recurso, apresenta algumas peculiaridades: é um recurso infinito e não escasso como os recursos naturais e o capital; o conhecimento é ilimitado e cresce a medida que é estimulado e utilizado ao contrário dos ativos materiais que se depreciam quando são utilizados.
As organizações e a gestão do conhecimento
A sociedade industrial começa a ceder lugar para uma nova sociedade, uma sociedade pautada em novos valores e com um novo recurso de produção, o conhecimento.
Sensação
Dados
Percepção
Informaçãoo
Aprendizagem
Conhecimento
Entretanto, é importante destacar que essa transformação de uma sociedade para outra que está se processando, normalmente, é imperceptível para a grande maioria dos cidadãos.
O conhecimento, enquanto objeto de estudo organizacional, tornou-se popular a partir do final da década de 1990, mas estudos acerca do conhecimento já existem desde os primórdios da civilização grega, com Platão e Aristóteles.
Qual a razão por este súbito e crescente interesse pelo conhecimento por parte das organizações?
É unanimidade entre os pesquisadores que a compreensão de como criar, gerir e compartilhar o conhecimento é fundamental para o sucesso e a sobrevivência das organizações.

A sociedade do conhecimento atribui a o seu objeto de estudo – o conhecimento – o conceito de bem ou de recursos econômico estratégico, ou seja, na nova sociedade o conhecimento não é tido como mais um recurso mas sim como o principal recurso de produção, ele é fonte de poder.
o conhecimento assumiu um papel dominante em nossa economia, nossas empresas e nosso trabalho. O conhecimento tornou-se um recurso econômico proeminente – mais importante que a matéria-prima; mais importante, muitas vezes, que o dinheiro. Considerados produtos econômicos, a informação e o conhecimento são mais importantes que automóveis, carros, aço e qualquer outro produto da Era Industrial. (Stewart,1998,p.05)
Para Drucker (2002), torna o conhecimento produtivo é uma função da gestão do conhecimento, enquanto área de conhecimento humano.
A produtividade do conhecimento será o fator determinante da posição de uma empresa, de uma indústria, de todo um país. Nenhum país, indústria ou empresa tem uma vantagem ou desvantagem “natural”. A única vantagem possível é a capacidade de explorar o conhecimento universalmente disponível. A única coisa que será cada vez mais importante, tanto na economia nacional como na internacional, é o desempenho gerencial para tornar produtivo o conhecimento. (p.149)
Há o consenso e o reconhecimento de que a criação, a gestão, a produção, a difusão e o compartilhamento do conhecimento são instrumentos primordiais da cidadania e da nova economia. Além disso, é necessário destacar que o criar conhecimento não significa reproduzir e copiar conhecimento alheio, mas sim a partir de conhecimento já existente reconstruir seu próprio conhecimento.
Mas qual o motivo do conhecimento ser tido como principal recurso e produto nessa nova sociedade? Qual o motivo de ser tão importante nessa nova fase da humanidade?
Numa economia onde a única certeza é a incerteza, apenas o conhecimento é fonte segura de vantagem competitiva. Quando os mercados mudam, as tecnologias proliferam, os concorrentes se multiplicam e os produtos se tornam obsoletos quase da noite para o dia, as empresas de sucesso são aquelas que, de forma consistente, criam novos conhecimentos, disseminam-nos profusamente em toda a organização e rapidamente os incorporam em novas tecnologias e produtos. Essas atividades caracterizam a empresa “criadora de conhecimento”, cujo negócio exclusivo é a inovação contínua. (Nonaka,2000,p.29)
Apesar do conhecimento representar uma atividade construtiva e reconstrutiva não pode inventar o real. Ou seja, o conhecimento pode contribuir para minimizar os riscos e incertezas mas nunca para eliminar por completo e tornar a realidade isenta de incertezas.
Mas afinal, qual o conceito de gestão do conhecimento?
Apesar de haver consenso entre os pesquisadores que possuem como objeto de estudo a gestão do conhecimento acerca da importância do conhecimento para o sucesso empresarial e como vantagem competitiva, o mesmo não ocorre quanto ao conceito de Gestão do Conhecimento.
Para a pesquisadora Kira Tarapanoff (2001), a gestão do conhecimento:
pode ser vista como o conjunto de atividades que busca desenvolver e controlar todo tipo de conhecimento em uma organização, visando à utilização na consecução de seus objetivos. Este conjunto de atividades deve ter como principal meta o apoio ao processo decisório em todos os níveis. Para isso, é preciso estabelecer políticas, procedimentos e tecnologias que sejam capazes de coletar, distribuir e utilizar efetivamente o conhecimento, bem como representar fator de mudança no comportamento organizacional. (p.138)
Para Wiig (1993) a gestão do conhecimento “é a construção sistemática, explícita e intencional do conhecimento e sua aplicação para maximizar a eficiência e o retorno sobre os ativos do conhecimento da organização.”
Já para Beckman (1999) a gestão do conhecimento “é a formalização das experiências, conhecimentos e expertise, de forma que se tornem acessíveis para a organização, e esta posa criar novas competências, alcançar desempenho superior, estimular a inovação e criar valor para seus clientes.”
Para Ponchirolli (2003), esta importância atribuída ao conhecimento pressupõe a necessidade de uma gestão adequada do mesmo, assim, seria
inadequado referir-se a gestão do conhecimento como sendo única e exclusivamente a gestão da informação. Este é, talvez, um dos erros que percebe-se no momento atual. O processo de gestão do conhecimento envolve a geração, a codificação e o compartilhamento do conhecimento na organização. A geração do conhecimento refere-se a todas as formas de criação do conhecimento, seja a partir da interação com o ambiente externo ou até mesmo por meio da interação entre os indivíduos da organização. A codificação tem como objetivo identificar e estruturar os conhecimentos úteis para a organização de forma a torná-las acessíveis àqueles que dele precisam. O compartilhamento corresponde a transferência do conhecimento,

seja esta espontânea (informal) ou estruturada (formal), entre os membros da organização. (p.71)
Para Malhotra (2006) a gestão do conhecimento é uma “visão baseada no conhecimento dos processos de negócio da organização, para alavancar a capacidade de processamento de informações avançadas e tecnologias de comunicação, via translação da informação em ação por meio da criatividade e inovação dos seres humanos, para afetar a competência da organização e sua sobrevivência em um crescente imprevisibilidade.
Já para Terra (2006), gestão do conhecimento significa “organizar as principais políticas, processos e ferramentas gerenciais e tecnológicas à luz de uma melhor compreensão dos processos de geração, identificação, validação, disseminação, compartilhamento e uso dos conhecimentos estratégicos para gerar resultados (econômicos) para a empresa e benefícios para os colaboradores
A gestão do conhecimento pode ser entendida, também, como a área de conhecimento humano que visam gerir valor a partir de bens intangíveis - conhecimentos tácitos, das organizações.
A gestão do conhecimento pode ser entendida, também, como a área de conhecimento humano que visam gerir valor a partir de bens intangíveis - conhecimentos tácitos, das organizações. Ou seja, a gestão do conhecimento é a área do conhecimento humano que visa por meio de inúmeros instrumentos e técnicas processar a informação de modo a transformá-la em conhecimento e vantagem competitiva.
A gestão do conhecimento como fator competitivo
Acreditamos que a temática da gestão do conhecimento, enquanto área de conhecimento, ainda está em fase de desenvolvimento inicial, portanto, muito ainda há de ser desenvolvido e criado sobre o assunto.
É indiscutível a relevância do conhecimento como fator de produção da nova sociedade e economia e como vantagem competitiva das organizações.
Drucker (2002) apresenta uma análise da importância do conhecimento na nova sociedade que denomina, de sociedade pós-industrial, e afirma que o processo de transformação do conhecimento pode ser dividido em três momentos distintos:
O recurso econômico básico – “os meios de produção”, para usar uma expressão dos economista – não é mais o capital, nem os recursos naturais ( a “terra” dos economistas), nem a “mão-de-obra”. Ele será o conhecimento. As atividades centrais de criação de riqueza não serão nem a alocação de capital para usos produtivos, nem a “mão-de-obra” – os dois pólos da teoria econômica dos séculos dezenove e vinte, quer ela seja clássica, marxista, keynesiana ou neoclássica. Hoje o valor é criado pela “produtividade” e pela “inovação”, que são aplicações do conhecimento ao trabalho. Os principais grupos sociais da sociedade do conhecimento serão os “trabalhadores do conhecimento” – executivos que sabem como alocar conhecimento para usos produtivos, assim como os capitalistas sabiam como alocar capital para isso, profissionais do conhecimento e empregados do conhecimento.
(...) Portanto, o desafio econômico da sociedade pós-capitalista será a produtividade do trabalho com conhecimento e do trabalhador do conhecimento (p.XVI-XVII)
Para Davemport e Prusak (1998) a importância do conhecimento na sociedade do conhecimento e a procura por sua compreensão em pesquisas de inúmeros pesquisados das mais diversas áreas de conhecimento pode ser explicada pela convergência de um conjunto de fatores, entre os quais pode-se destacar: a percepção e a realidade de um novo mundo competitivo e globalizado; a constatação de que só sobrevivem no acirrado mercado as organizações que aprendem continuamente; o equívoco de considerar que a tecnologia poderia substituir o conhecimento humano na execução das atividades. Essas são apenas alguns dos muitos motivos que justificam o aumento do interesse pela compreensão do conhecimento e como o mesmo pode ser aplicado eficientemente nas organizações.
Portanto, na nova sociedade e economia do conhecimento os ativos intangíveis representados pelo conhecimento gerado pelos funcionários da organização passam a ser a principal fonte de vantagem competitiva das organizações do conhecimento.
Pode-se afirmar que na nova sociedade e economia do conhecimento o conhecimento é o eixo fundamental do desenvolvimento da organização, portanto, somente por intermédio do conhecimento é que as organizações podem inovar, manter-se no mercado e serem competitivas.
Considerações finais
O presente artigo pretendeu realizar algumas reflexões iniciais sobre a importância da gestão do conhecimento enquanto fator competitivo das organizações.
A humanidade está presenciando um lento e gradativo processo de transformação e transição de uma sociedade industrial, fundamentada no capital como principal recurso produtivo, para uma sociedade do conhecimento, pautada no conhecimento como principal fator de produção.
O conhecimento tornou-se o principal bem da sociedade e precisa ser compartilhado, já a aprendizagem precisa ser tida como um direito e uma necessidade de todas as pessoas. Portanto, é indiscutível a relevância do conhecimento como fator de produção da nova sociedade e da nova economia e como vantagem competitiva das organizações.
A temática da gestão do conhecimento emergiu no final da década de 1990 do século XX principalmente como objeto de estudo das áreas de tecnologia mas em pouco tempo se difundiu para quase todas as áreas de conhecimento humano, motivo pelo qual pode ser considerado um tema extremamente polêmico e complexo, em virtude principalmente de sua multidisciplinaridade.
Assim, pode-se afirmar que a gestão do conhecimento é a área de conhecimento humano que utilizando-se de técnicas e recursos de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) converte os conhecimentos tácitos em conhecimentos explícitos, ou de outra forma, converte os bens intelectuais das organizações em riqueza e vantagem competitiva.
Acreditamos que a temática da gestão do conhecimento, enquanto área de conhecimento, ainda está em fase de desenvolvimento inicial, portanto, muito ainda há de ser desenvolvido e criado sobre o assunto, o que justifica a realização de uma quantidade ainda maior de pesquisas e a divulgação das mesmas.
Portanto, sendo o conhecimento o principal recurso e produto da sociedade e da economia do conhecimento as organizações precisam apreender a produzir, codificar e gerenciar eficaz e eficientemente o conhecimento organizacional, de modo, a obterem a tal almejada vantagem competitiva.


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FONTE: Qualit@s Revista Eletrônica ISSN 1677 4280 Vol.1. N°1 (2011) 5

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