sábado, 13 de julho de 2013

PROJETO DE INTERVENÇÃO INDISCIPLINA ESCOLAR

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PROJETO DE INTERVENÇÃO INDISCIPLINA ESCOLAR

Desafios, causas e ações
Trabalho apresentado ao Curso de Graduação 
em Pedagogia da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná,
 para a disciplina [Produção Textual  Interdisciplinar Grupo].


Orientadores : Prof.ª Laura Célia S. Cabral ,   
Raquel Franco Ferronato. Andréia Zômpero, 
Vilze Vidotte Costa, Helenara Sampaio


Carga horária: 16 horas
Responsáveis pela aplicação do Projeto: Equipe Diretiva e Corpo Docente
Temática – Indisciplina escolar. Desafios, causas e ações
 
Introdução:

 Na atual conjuntura a indisciplina é um dos fatores que mais  que dificulta o desenvolvimento das atividades pedagógicas no âmbito escolar. As causas são diversas e neste sentido a família e a escola estão em constante embate atribuindo uma à outra a responsabilidade pela exposição de regras para a crianças, regras estas que na maioria dos casos chegam até eles como forma de imposição, não levando a uma reflexão uma vez que ele não participou do processo de elaboração das mesmas.
Com objetivo de mediar este embate e sensibilizar escola, família e comunidade para a responsabilidade de cada um no papel de educador estamos propondo o seguinte plano de ação. Plano este  que  traz em seu bojo um estudo sobre a Indisciplina no âmbito escolar  e suas possíveis causas, bem como propõe ações para amenizar o problema.


Justificativa:

Frente aos projetos desenvolvidos na mostra de estágio e a incidência do tema indisciplina em 80% dos casos percebeu-se que este é um fator preocupante para as escolas do município de Tucano no estado da Bahia. Mas esta não é apenas uma realidade de um município e sim um problema geral que requer enfrentamento dentro das escolas de nosso país.
São  apontadas pelos professores e gestores diversas causas para a indisciplina, considerada a maior delas a ausência de regras e limites dos alunos no presente momento, contudo há outros fatores a serem considerados, entre um deles a ineficiência do professor no planejamento de suas aulas. Visto que muitos conservam uma postura inadequada frente ao aluno impondo-lhes um modelo de ensino ultrapassado e mecânico, bem como ferindo sua autonomia e pouco auxiliando em sua formação crítica.
 É preciso, diante deste quadro lançar mão de instrumentos investigativos para uma melhor compreensão do quadro indisciplinar nas escolas do munípio.
 Este Projeto de Intervenção visa não apenas apontar possíveis causas da indisciplina na escola, mas criar estratégias de ações  continuadas em  busca de soluções para o problema, bem como estimular o trabalho coletivo em parceria com a comunidade e órgãos competentes.




Fundamentação Teórica


A indisciplina representa um problema a ser pensado sob a perspectiva da gestão escolar, pois se configura como um complicador  ao exercício do trabalho pedagógico. É preciso lançar um olhar diferenciado sobre o problema para que se consiga descobrir em quais momentos ela é mais acentuada e quais fatores sociais, pedagógicos e psicológicos  contribuem para que ela aconteça.
Um dos fatores apontados pelos educadores como agravante do processo de indisciplina no âmbito escolar é a ausência de regras ou a indisposição dos alunos para obedecê-las. A ineficiência da família em cumprir sua função educadora é outro fator, uma  vez que cada dia mais os pais ausentam-se dos lares e tomam espaço no mercado de trabalho delegando à escola e aos professores à responsabilidade pela educação integral de seus filhos.

Para LA TAILLE (1996)
[...] crianças precisam sim aderir a regras e estas somente podem vir de seus educadores, pais ou professores. Os ‘limites’ implicados por estas regras não devem ser apenas interpretados no seu sentido negativo: oque não poderia ser feito ou ultrapassado. Devem também ser entendidos no seu sentido positivo: o limite situa, dá consciência de posição ocupada dentro de algum espaço social – a família, a escola, e a sociedade como um todo.

Partindo deste pressuposto é preciso que a escola e a família possam trabalhar juntas para que a criança possa compreender as regras, não como instrumento de castração, mas como condição necessária ao convívio social.
Outro fator apontado por (LA TAYLLE, 1996; AQUINO, 1996; REGO, 1996; ARAÚJO, 1996) como causador de indisciplina é a perda de autoridade do professor tanto no que se refere  ao conhecimento, quanto à postura em sala de aula. É comum observar que nas salas em que o professor esta motivado e utiliza uma metodologia que desafia o aluno estimulando-o para a produção de seu próprio conhecimento a indisciplina é pouco recorrente.

Para REGO (1996, p.100):

“o comportamento indisciplinado esta diretamente relacionado a ineficiência da pratica pedagógica desenvolvida: metodologias que subestimam a capacidade dos alunos, constantes ameaças visando o silencio da turma.”

É também fato constatado que na atual conjuntura o aluno não aceita mais o modelo de educação retrograda e ultrapassado onde ele é um ser passivo e precisa desenvolver atividades de forma mecânica. Visto neste modelo mecanicista ele se rebele e reage de maneira pouco amistosa desafiando o professor visto aqui como alguém que deseja impor sua força, seu poder, sua autoridade. Contudo não se pode apontar apenas este fator como causador da indisciplina crescente, pois é sabido que o meio social em que a criança está inserida também contribui para seu desajustamento. A mídia, os modelos estereotipados e a negligência  familiar causam um dano enorme ao espaço escolar uma vez que a criança chega sem limites e é preciso que o professor e equipe pedagógica envolvam esforços para ensiná-las princípios que deveriam ser ensinados em casa por  seus familiares.

Para LA TAYLE(1996):

“a indisciplina em sala de aula não se deve essencialmente as falhas da pedagogia, pois esta em jogo o lugar que a escola ocupa hoje na sociedade, o lugar que a  criança e o jovem ocupam, o lugar que a moral ocupa”.

Visto por este lado o fator indisciplina tem uma raiz bem mais profunda que o simples fato de o professor não desenvolver suas aulas de forma mais envolvente, ela está no meio, na sociedade e na inversão de valores morais.

Vasconcellos (1997) em seu livro “Os desafios da Indisciplina em Sala de Aula”, lança um olhar sobre este tema mostrando sua complexidade e evidenciando a necessidade de enfrentamento conjunto entre as diversas  áreas do conhecimento, como a Sociologia, Antropologia, Psicanálise, Ética, Política, Psicologia, Economia, História, Tecnologia, Comunicação Social. Outro ponto colocado no livro é a sensação de não poder dos educadores descrita abaixo

A sensação de não-poder talvez seja hoje um dos maiores obstáculos epistemológicos a serem enfrentados. É impressionante como o professor acabou assimilando a idéia de que não tem forças, de que não pode, de que a solução dos problemas está fora dele.
Muitas vezes, sente-se desgastado, destruído, traído, usado, acusado,desprezado, humilhado, explorado. Neste contexto, colocar a "culpa" fora dele pode ser a saída inconsciente de autoproteção, não por ser relapso, mas sim porque no fundo acha que não pode, não tem força para mudar. Quando questionado sobre os problemas, vai logo apontando: "É a família", "É o sistema". Ao fazer isto, esvazia sua competência profissional e existencial; perde o senso crítico, pois não consegue se situar diante do real; perde a autoridade, já que não é responsável por nada. Está marcado pelo impossível, pelo não-poder. Freqüentemente, o colocado por ele como condição para iniciar a caminhada é justamente o resultado de um processo de lutas e conquistas.

É necessário, portanto abordar o tema considerando sua complexidade e os obstáculos que se agigantam no meio do caminho, contudo assumindo cada um sua responsabilidade e comprometendo-se em observar o espaço escolar continuamente, fazer investigações para que a realidade uma vez percebida de diversas formas possa ser mudada. Neste processo faz se necessário trabalhar  a relação professor-aluno estreitando laços, e criando junto com os educandos as regras de convivência do espaço escolar para que se sintam parte de uma organização, de um sistema, de uma instituição.
É preciso que continuamente o professor  possa empregar metodologias adequadas e orientar práticas pedagógicas que contribuam para a manutenção de um ambiente escolar disciplinado, contudo sem ferir a autonomia do aluno, mas oportunizando sua formação crítica dentro de um espaço escolar que possibilite seu crescimento.

Objetivo Geral

Promover uma mudança de olhar em relação à indisciplina, no âmbito escolar  e suas possíveis causas, bem como propor ações para amenizar o problema estudando conceitos de desenvolvimento moral e ético e adotando-os como conhecimento necessário ao processo educacional.

Objetivos específicos:

  • Estimular a equipe pedagógica a refletir sobre a própria postura;
  • Promover palestras de sensibilização de escola, pais e comunidade local;
  • Organizar grupos de estudo para estudar os problemas de indisciplina e descobrir os fatores que contribuem para o aumento dela;
  • Verificar qual a metodologia de trabalho utilizada para lidar com os problemas de indisciplina na sala de aula;
  • Estimular a coletividade, autonomia e habilidades de cada aluno, utilizando os materiais disponíveis no recreio dirigido;
  • Trabalhar regras de convivência nos momentos dos jogos de recreação;
  • Contribuir para que a escola se torne um espaço prazeroso de se conviver
  • Melhorar o relacionamento e o convívio entre os alunos.
Ações:
 
Ação 1:

Organizar grupos de estudo na escola para pensar e repensar as questões da indisciplina, bullyng e violência na escola a fim de estarem continuamente engajados na luta contra o problema.
Os grupos terão encontros periódicos e serão formados pelos professores pais de alunos e representantes da comunidade e contará com palestras de especialistas sobre o assunto, vídeo aulas, leitura compartilhada de textos e projetos que deram certo em outras instituições e estudo dos pontos abaixo:

  1.  A indisciplina escolar é um sintoma de que algo não vai bem. Se há conflitos, a falha está na relação e não nas pessoas
  2. O comportamento indisciplinado é algo a ser alterado, mas isso só vai acontecer se as responsabilidades forem divididas entre todos.
 Ação 2:

Fazer registro de sala de aula e espaço escolar através de vídeo a fim de perceber qual o foco da indisciplina em cada sala bem como nos momentos de recreação e deste modo trabalhar em cima dos pontos corretos visando um melhor resultado.

Ação 3:

Buscar parceria com Conselho Tutelar, agentes comunitários, psicólogos e assistentes sociais a fim de sensibilizar as famílias  e comunidade local para os prejuízos causados pela indisciplina no espaço escolar. Procurando através de palestras, jogos, gincanas e outros eventos aproximá-los mais da escola para que compreendam como funciona o ambiente, suas complexidades e a necessidade de estarem engajados na luta contra o Bullyng a violência e a indisciplina.

Ação 4.

Elaborar e aplicar o Projeto Recreio Dirigido contando com a participação e organização da coordenação, professores e alunos, a fim de tornar o espaço tempo mais ordenado nos maiores momentos de conflitos. Tem-se como meta de igual modo através desta ação estimular a coletividade, autonomia e habilidades de cada aluno nos momentos dos jogos e brincadeiras que serão promovidos.


CRONOGRAMA DE ATIVIDADES (estratégias da proposta):
Ações
Envolvidos
Período
Organizar grupos de estudo na escola para pensar e repensar as questões da indisciplina, bullyng e violência na escola
Equipe diretiva
Pais
Professores
Funcionários
Julho 2013
Buscar parceria com Conselho Tutelar, agentes comunitários, psicólogos e assistentes sociais a fim de sensibilizar as famílias  e comunidade local
Equipe diretiva

Agosto 2013
Fazer registro de sala de aula e espaço escolar através de vídeo a fim de perceber qual o foco da indisciplina
Professores
Equipe diretiva

Agosto
2013
Elaborar e aplicar o Projeto Recreio Dirigido contando com a participação e organização da coordenação, professores e alunos
Equipe diretiva
Pais
Professores
Alunos
Funcionários
Setembro 2013

 
Avaliação:

Por meio de questionários, pedir aos alunos, funcionários e pais que analisem os avanços no processo.
 
Referências:

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação do temas
transversais ética. Brasília: Secretaria de Educação Fundamental, MEC/
SEF, 1997.v. 8.

REGO,T.C.R.; A indisciplina do ponto de vista dos professores e dos alunos. In: Aquino, J.G (org ). Indisciplina na Escola.11 ed. São Paulo: Summus, 1996.p 87 et seq.

TAYLLE,Y.de L. A indisciplina e o sentimento de vergonha. In: Aquino, J.G (org ). Indisciplina na Escola.11 ed. São Paulo: Summus, 1996.p 87 et seq.

VASCONCELLOS, Celso S. Disciplina: construção da disciplina consciente e
interativa em sala de aula e na escola. 7.ed. São Paulo: Libertad, 1996.

VASCONCELLOS, Celso dos S.: Os Desafios da Indisciplina em Sala de aula. São Paulo: Fde, 1997.


SÍNTESE REFLEXIVA AS TRANÇAS DE BINTOU- Trabalho Acadêmico

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 SÍNTESE REFLEXIVA  AS TRANÇAS DE BINTOU
 Uma proposta de trabalho integrado


Girlaine Carvalho Miranda Barbosa


Trabalho apresentado ao Curso de Graduação 
em Pedagogia da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná,
 para a disciplina [Produção Textual  Interdisciplinar Individual].



Orientadores : Prof.ª Laura Célia S. Cabral ,   
Raquel Franco Ferronato. Andréia Zômpero, 
Vilze Vidotte Costa, Helenara Sampaio
 




Introdução:

SÍNTESE REFLEXIVA  AS TRANÇAS DE BINTOU- Trabalho AcadêmicoA presente síntese foi elaborada como proposta de trabalho individual do 5° semestre do curso de Pedagogia da Unopar e teve por  objetivo fazer uma  reflexão entre o texto científico “Uma abordagem integrada do conhecimento” e o livro “As tranças de Bintou” de Sylviane Anna Diouf. Procuramos através dela propor atividades a serem realizadas em sala de aula dentro dos eixos disciplinares da Educação Infantil.
O trabalho é de suma importância para a compreensão da necessidade de um trabalho realizado de forma integrada para o melhor desenvolvimento das habilidades  mentais da criança.

Síntese reflexiva

O livro As Tranças de Bintou é recheado de temáticas a serem exploradas. É um livro que trata de questões culturais, familiares, emocionais, infantis, ritualísticas, etc... Dentro de tantas propostas torna-se possível desenvolver um trabalho integrado entre as experiências científicas e as áreas do currículo, possibilitando assim o aumento do desempenho mental na criança, conforme nos é apresentado no texto científico “Uma abordagem integrada do conhecimento”. É possível deste modo atrelar os fatos da história à diversas temáticas e áreas do currículo possibilitando à criança uma maior compreensão não apenas do texto, mas da sua própria realidade.
Bintou é uma menina que vive na África, ela tem pai, mãe, e irmãos. Bintou quer ter tranças bonitas como as de sua irmã, mas isto não é possível, pois culturalmente ela precisaria ter 16 anos para consegui-las. Dentro desta temática é possível trabalhar aspectos familiares  de cada aluno possibilitando assim que encontrem vias de aprendizagem mais significativas e emocionalmente satisfatórias uma vez que será “feito” um elo de aprendizagem, funcionando na realidade de seu mundo.
Abaixo descreveremos cada uma das atividades a serem propostas neste trabalho:

Matemática

De acordo com o texto científico as atividades matemáticas são parte  integrante de toda ciência, uma vez que oferecem vias de quantificação e registro das observações. Com auxílio do texto As Tranças de Bintoun é possível desenvolver atividades de contagem e registro, como por exemplo, pedir que as crianças contem os birotes nos cabelos de Bintoun, observem e registrem a quantidade, bem como levá-los a contar as tranças em uma boneca que representaria Bintou quando adolescente ou  contar o número de pássaros que a avó de Bintou colocou como enfeite em seus birotes.

Música:

A música, que de acordo com o texto científico contribui para o fortalecimento  da compreensão científica da criança;  pode ser trabalhado em sala de aula com a utilização de instrumentos da cultura africana. O ritmo, a melodia, e as letras podem ser inventados na criação de paródias com as populares cantigas de roda recriadas em forma de quadrinhas para que as crianças possam assimilar melhor o conteúdo do texto.
Deixar que as crianças façam suas próprias rimas pode ainda favorecer o processo de criação de cada uma delas,  e propiciar momentos de cantar e dançar com as quadrinhas inventadas pela própria turma poderá auxiliar fortemente no desenvolvimento espaço temporal que, de acordo com o texto é uma base para as ciências matemáticas.

Literatura

Já dentro do aspecto literário o professor poderá trabalhar com a leitura de imagem ou produção textual deixando que cada criança escreva um final para a história ou que imaginem como Bintou ficou bonita com suas belas tranças aos 16 anos e que façam poemas sobre o livro, as personagens, etc... Poderá ainda criar uma caixa de desejos onde cada criança irá registrar o seu sonho e contar relatar para a turma trabalhando assim sua oralidade.

Artes

Para desenvolvimento das expressões intuitivas e criativas das ideias infantis é possível propor uma dramatização do conto, deixar que as crianças livremente recriem as cenas, ou ainda façam uma releitura  de imagem aproveitando as ideias do ilustrador e recriando os personagens.
É possível ainda dentro das dramatizações encenar a festa de batizado do irmão de Bintou e montar uma mesa com diversos tipos de alimentos para reforçar a retenção de conceitos através das experiências com o olfato e paladar.
Por fim seria de grande auxílio levar as crianças para uma aula de campo a fim de fazer observação dos pássaros, suas cores, seu canto, sua beleza e fazer assim uma ligação com o conto, explorando em roda de conversa quais pássaros Bintou gostara de ter enfeitado seus birotes, de quais cores, e quais tamanhos , etc... E, uma vez mais promover a conexão entre os conhecimentos prévios das crianças e suas novas experiências  favorecendo assim a integração do conhecimento e possibilitando uma aprendizagem mais significativa para o aluno.

As propostas de atividades podem ser lidas nos links abaixo:


Proposta de Atividade As Tranças de Bintou Linguagem

Proposta de Atividade As Tranças de Bintou Natureza e Sociedade

Proposta de Atividade As Tranças de Bintou Matemática

Proposta de Atividade As Tranças de Bintou Artes e Música

 Considerações finais:

Procuramos através desta síntese reflexiva e das propostas de atividades proporcionar um trabalho integrado entre o currículo e os eixos da Educação Infantil, a fim de auxiliar a criança no processo de construção de vias neurológicas mais sofisticadas em seus cérebros a fim de promover uma maior retenção de conceitos que de acordo com o texto científico “UMA ABORDAGEM INTEGRADA DA APRENDIZAGEM” a auxiliará no aumento de seu desempenho mental.
As atividades propostas procuram estar pautadas em uma ou mais formas de inteligência identificadas por Gardner e relacionadas no texto científico proposto, contudo utilizando como referência o texto literário As tranças de Bintou o que por sua riqueza foi de grande ajuda para a elaboração desta síntese. 

REFERÊNCIAS

ANDRADE, Fábio Goulart de; BATTINI, Okçana; ZÔMPERO, Andréia de Freitas. Ensino da natureza e sociedade. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.


ARAMAN, Eliana Maria de Oliveira. Ensino da matemática na educação infantil . São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.

DIOUF, Silviane A, As tranças de Bintoun. São Paulo: Cosacnaify, 2005.

FRANCO, Raquel Rodrigues. Ensino e alfabetização . São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.

HARLAN, J.D; RIVKIN,S. M. Ciências na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2000

MONTAGNINI, Rosely Cardoso; CAVA, Laura Célia Carbal; ANDRADE, Klésia Garcia. Ensino das artes e da música. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.


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